miércoles, 18 de octubre de 2017

Mais de 50 mil pessoas matam a saudade de Paul McCartney em BH





















 Paul McCartney e banda durante show realizado no Mineirão em Belo Horizonte
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g1.globo.com
Mais de 50 mil pessoas matam a saudade de Paul McCartney em BH
Esta é a segunda apresentação do ex-beatle na capital. Ele relembrou sucessos de seus 60 anos de carreira.
Por Thais Pimentel, G1 MG, Belo Horizonte
18/10/2017

Mais de 50 mil fãs acompanharam o show de Paul McCartney em Belo Horizonte nesta terça-feira (17). Um deles era o gaúcho Matias Ghelfi que foi ao Mineirão vestido de farda azul, como a que o ex-beatle usou na capa do disco “Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band”.
“Esse é o décimo show do Paul que eu venho ver”, disse ele, que já havia assistido ao show de McCartney em Porto Alegre na última sexta-feira. “No próximo ano, quando ele voltar, porque ele está vindo todo ano, eu vou de novo”, brincou Matias.

Matias Ghelfi saiu de Porto Alegre para assistir ao show de Paul McCartney em Belo Horizonte. (Foto: Thais Pimentel/G1)
Matias Ghelfi saiu de Porto Alegre para assistir ao show de Paul McCartney em Belo Horizonte. (Foto: Thais Pimentel/G1)

Outro fã que veio de longe foi Vilter Magalhães. Ele e outros nove amigos saíram de Fortaleza só para ver Paul McCartney na capital mineira. “Quando a gente ficou sabendo que ele viria ao Brasil, corremos para comprar o ingresso. A gente tinha olhado primeiro em São Paulo, mas lá tinha esgotado. Então resolvemos viajar para Belo Horizonte”, contou.

Vilter Magalhães (no centro) viajou com um grupo de amigos do Ceará para o show de Paul McCartney. (Foto: Thais Pimentel/G1)
Vilter Magalhães (no centro) viajou com um grupo de amigos do Ceará para o show de Paul McCartney. (Foto: Thais Pimentel/G1)


Paul abriu o show com “Hard Day’s Night” e depois emendou com “Save Us”, “Can’t Buy Me Love”, “Letting Go” e “Drive My Car”. As quase três horas de espetáculo, que faz parte da turnê “One On One”, passeiam pelos 60 anos de carreira do músico. Sucessos dos Beatles, do Wings e até do Quarrymen (primeira banda formada por ele e John Lennon no fim da década de 50) foram lembrados, como “Love Me Do”, “And I Love Her”, “Blackbird”, “Band On The Run” e “In Spite Of All The Danger”.
“É bom estar de volta”, disse Paul em português, quatro anos depois da sua primeira apresentação no Mineirão. Aliás, ele fez questão de pelo menos tentar se dirigir ao público sempre no nosso idioma. “Tudo bem com vocês?”, “Olá, BH” e “Está chegando a hora de partir”, foram algumas das frases que o ex-beatle “gastou” durante o show.
Quando a banda voltou para o bis, Paul e seus companheiros trouxeram as bandeiras do Brasil, da Grã-Bretanha e do orgulho LGBT. Eles encerraram o show com “Yesterday”, “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, “Helter Skelter”, “Birthday” e “Golden Slumbers/Carry That Weight/ The End”.

O ex-beatle apresentou o show que faz parte da turnê One On One. (Foto: MRossi/Divulgação)
O ex-beatle apresentou o show que faz parte da turnê One On One. (Foto: MRossi/Divulgação)

Setlist
Hard Day’s night
Save Us
Can’t Buy Me Love
Letting Go
Drive My Car
Let Me Roll It
I’ve Got a Feeling
My Valentine
1985
Meybe I’m Amazed
I’ve Just Seen A Face
In Spite Of All The Danger
You Won’t See Me
Love Me Do
And I Love Her
Blackbird
Here Today
Queenie Eye
New
Lady Madonna
Four Five Seconds
Eleanor Rigby
I Wanna Be Your Man
Mr. Kite
Something
A Day In The Life
Obla Di Obla Da
Back in The USRR
Let It Be
Live And Let Die
Hey Jude
Yesterday
Sgt. Pepper Reprise
Helter Skelter
Birthday
Golden Slumbers



martes, 17 de octubre de 2017

ONE ON ONE IN BELO HORIZONTE, BRAZIL : October 17 2017 - Mineirão Stadium, Belo Horizonte, MG Brazil






















www.uai.com.br
No show de hoje em BH, Paul McCartney vai dos Quarrymen à parceria com Rihanna e Kanye West
Ex-beatle se apresenta no Mineirão; confira todas as informações e se programe para o show
por Renan Damasceno
17/10/2017

Quando o som da guitarra Epiphone Casino ecoar as últimas notas de The end, nos primeiros minutos da madrugada desta quarta-feira, 18, Paul McCartney deixará o palco do Mineirão exatamente 60 anos depois da primeira apresentação ao lado de John Lennon – efeméride que, por si só, torna a segunda passagem do ex-beatle por Belo Horizonte nesta terça, 17, a partir das 21h30, algo memorável. Foi em 18 de outubro de 1957, em um clube de Norris Green, bairro industrial de Liverpool, que Paul, aos 15 anos, debutava no The Quarrymen executando, com suor no rosto de tanto nervosismo, um solo de guitarra dado a ele por John, líder do grupo, dois anos mais velho.


É curioso como as forças do universo resolveram chacoalhar o século 20 praticamente no mesmo dia e mês. Em um 17 de outubro, como hoje, em 1961, dois garotos magérrimos com discos de Chuck Berry e Muddy Waters a tiracolo se esbarraram na plataforma de trens de Dartford, nas cercanias de Londres, a caminho da escola: eram Mick Jagger e Keith Richards. No ano seguinte, eles se juntariam a Brian Jones para formar The Rolling Stones. Eleger qual encontro abalou mais a humanidade é uma tarefa que não se esgota nem nas próximas seis décadas.

Paul e John se conheceram em 6 de julho de 1957, apresentados por um amigo em comum, durante uma performance dos Quarrymen Skiffle Group em um pátio de igreja. Paul é o mais velho de dois filhos de um vendedor de algodão e uma enfermeira, Mary Patrícia, que faleceu aos 47 anos, em outubro de 1956, de câncer  de mama – a mesma doença que levaria Linda, companheira de Paul por quatro décadas, em 1998.

CÉREBRO MUSICAL Em Paul McCartney – A biografia, lançado recentemente pela Companhia das Letras, o biógrafo Philip Norman expõe que, desde as primeiras parcerias – ouvindo rock americano e fumando cachimbos de chá preto na varanda dos McCartneys – Paul percebeu que John se portava como força dominante, enquanto cabia a ele se impor de maneira sutil, tornando-se o cérebro musical da parceria. Nos anos seguintes, eles receberiam George Harrison em 1958; Pete Best, em 1960, e, dois anos depois, com Ringo Starr na bateria, The Beatles ganharia sua formação definitiva.

O que se verá no palco do Mineirão, hoje, é uma viagem de aproximadamente três horas por seis décadas de carreira de um artista que fez pela música pop o que Shakespeare fez pelo teatro ou Pelé pelo futebol. Suas notas do inseparável baixo Hofner influenciaram de Black Sabbath – há quem defenda que o White Album (1968) está na genealogia do heavy metal – ao pop e hip-hop contemporâneo de Rihanna e Kanye West – com quem trabalhou em FourFiveSeconds, há dois anos.

Aos 75 anos, o Paul da turnê One on one, lançada em abril do ano passado e que já passou por 78 países, é um pouco de todos esses Pauls. A abertura, se for seguido o script das primeiras apresentações no Brasil (em Porto Alegre, na sexta passada, 13, e em São Paulo, no domingo, 15), será A hard day’s night, trilha do filme homônimo, lançado no Brasil como Reis do iê, iê, iê (1964). Das 39 canções – das quais 24 fizeram parte da primeira apresentação de Paul McCartney em BH, em 2013, no mesmo Mineirão –, 26 são da fase Beatles (1963-1970), das dançantes Love me do e Can’t buy me love, românticas como And I love her e clássicos que dispensam cerimônias, como Hey Jude e Yesterday.

Além disso, o cinquentenário de Sgt. Peppers lonely hearts club band será lembrado com três faixas do disco: Being for the benefit of Mr. Kite!, A day in the life e Sgt. Peppers lonely hearts club band (Reprise). Paul passeia ainda pela sua fase Wings, grupo pelo qual remodelou o pop a partir de 1970, quando o mundo ainda chorava o fim dos Fab Four – estão nesse grupo clássicos irresistíveis como Jet e Live and let die – e pela fase mais moderna de sua carreira solo, como Queenie eye e My Valentine.

No vasto repertório, há espaço ainda para In spite of all the danger, a primeira canção autoral gravada pelos Quarrymen, aquele grupo de Liverpool que, há seis décadas, começou a se apresentar em locais que iam de tabernas a salões paroquiais, chegando com os pés nas portas de quem se opunha à ''droga do rock’n roll''. Para nós, reles mortais, 60 anos é uma eternidade. Pelo fôlego e vitalidade do compositor de Yesterday, parece que foi ontem.

PROGRAME-SE PARA O SHOW

Informações úteis para quem irá hoje ao Mineirão

>> ABERTURA DOS PORTÕES  
Às 17h30

>> Classificação etária
16 anos. Menores de 10 a 15 anos devem ir acompanhados dos pais ou responsáveis legais

>> Câmeras
Proibida a entrada com câmeras fotográficas profissionais com lente intercambiável, filmadoras e hastes de selfie

>> Comida
Permitida a entrada de alimentos industrializados, com a embalagem lacrada (salgadinhos e biscoitos). Frutas, apenas cortadas. Proibida a entrada de vasilhames, copos de vidro ou qualquer tipo de embalagem contendo bebidas ou refrigerantes

>> Estacionamento
O estacionamento interno do Mineirão conta com 2,8 mil vagas, gerenciadas pela Minas Arena. Agentes de trânsito informarão sobre a lotação. Algumas áreas externas ao estádio têm restrição de estacionamento. Abertura do estacionamento às 17h30. Para compra antecipada: www.estapar.com.br Preço: R$ 50

>> Portões de acesso 
Pista premium: Portão F
Pista e camarote: Portão G2
Cadeira superior vermelho: Portão D
Cadeira inferior vermelho: Portão E
Cadeira superior roxo: Portão A
Cadeira inferior roxo: Portões B
Cadeira inferior/superior amarelo: Portão C
Portadores de necessidades especiais: Portão E

>> Transporte
Operação especial de transporte a partir das 16h desta terça. Faixas de tecido serão afixadas para orientação aos condutores. Agentes da Unidade Integrada de Trânsito (BHTrans, Polícia Militar e Guarda Municipal) irão operar o tráfego na região.

>> Medidas operacionais
Para facilitar o acesso ao estacionamento será interditado o cruzamento da Avenida Cel. Oscar Paschoal com a Avenida Antônio Abrahão Caram a partir das 16h

>> Transporte coletivo
A BHTrans recomenda que os espectadores do show utilizem, preferencialmente, o transporte coletivo. As opções de linhas com embarque e desembarque na entrada do Mineirão são:
Linha MOVE 5106 (Bandeirantes/ BH Shopping);
Linha MOVE 5401 (São Luiz/Dom Cabral);
Linha MOVE 64 (Estação Venda Nova/Assembleia-Via Carlos Luz);
Linha MOVE 67 (Estação Vilarinho/ Santo Agostinho-Via Carlos Luz);
Circulares 503 e 504 (Santa Rosa/Aparecida/São Luís);
Suplementares 53 (Confisco/São Gabriel), 
54 (Dom Bosco/ Shopping Del Rey) 

Com embarque e desembarque nas Estações UFMG e Mineirão:
Linha MOVE 51 (Estação Pampulha/Centro/Hospitais – Paradora);
Linha MOVE 63 (Estação Venda Nova/Lagoinha);
Linha MOVE 5250 (Estação Pampulha/Betânia);
Linha MOVE 5550 (Estação Pampulha/Estação Ponto São José);
Linha MOVE 6350 (Estação Vilarinho/Estação Barreiro-Via Anel Rodoviário)

>> Pontos de táxi
Av. Antônio Abrahão Caram com Av. Cel. Oscar Paschoal (próximo Mineirinho);
Av. Cel. Oscar Paschoal, em frente ao hall principal;


PAUL MCCARTNEY EM BELO HORIZONTE
Show One on one. Terça-feira (17/10), às 21h30, no Mineirão, Av. Antônio Abrahão Caram, 1.001, Pampulha. Abertura dos portões: 17h30. Ingressos: Cadeira superior (amarelo): R$ 350 e R$ 175 (meia); Cadeira inferior (vermelho e roxo): R$ 580 e R$ 290 (meia); Pista: R$ 400 e R$ 200 (meia); Pista premium: R$ 850 e 425 (meia). À venda na bilheteria do KM de Vantagens Hall, Av. Nossa Senhora do Carmo, 230 (sem taxa de conveniência) e www.ticketsforfun.com.br (com taxa de conveniência). A bilheteria do estádio estará aberta nesta terça a partir das 10h para compra e retirada de ingressos adquiridos pela internet.







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Belo Horizonte 17/10/2017

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Belo Horizonte 17/10/2017

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SEE LIVE IN PERISCOPE :

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lunes, 16 de octubre de 2017

Paul McCartney, aos 75 anos, faz com que show de 3 horas pareça fácil em São Paulo




g1.globo.com
Paul McCartney, aos 75 anos, faz com que show de 3 horas pareça fácil em São Paulo
Ex-beatle mostrou domínio sobre público e sobre própria carreira com sucessos de todas as suas fases no Allianz Parque neste domingo (15).
Por Cesar Soto, G1
16/10/2017

Paul McCartney em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt/G1)
Paul McCartney em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt/G1)

Shows de grandes artistas internacionais com três horas de duração não são a norma no Brasil, um país mais acostumado aos festivais gigantescos que comprimem o maior número de nomes em um único dia. Quando alguém resolve estender o espetáculo, como fez o Guns N’ Roses, é digno de nota. Mais incrível ainda é ver sir Paul McCartney, do alto de seus 75 anos, realizar tal proeza neste domingo (15) no Allianz Parque, em São Paulo, como se fosse fácil.
As 45,5 mil pessoas que esgotaram em cerca de um dia os ingressos para a apresentação da turnê “One on One” tiveram de aguardar pouco além do esperado para assistir ao retorno do ex-baixista dos Beatles a São Paulo, após quase três anos.

Às 21h02 o público já gritava ao ouvir o acorde que anunciava a primeira canção, “A hard day’s night”, responsável por abrir também o show de Porto Alegre (RS) na sexta-feira (13). Os gaúchos, aliás, ganharam uma música a mais em sua apresentação, mas não puderam ver “Drive my car”. Em seu lugar, ouviram “Got to get you into my life”.
O resto da noite seguiu com o previsto desfile de sucessos para agradar fãs de todas as fases do cavaleiro inglês. Os beatlemaníacos tiveram direito de ouvir até mesmo “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, ausente durante sua última passagem por São Paulo, em 2014.
Fãs de Wings, a banda de Paul com sua ex-mulher Linda [1941-1998], vibraram com os gritos de “Jet” e com as explosões (literais) de “Live and let die”, momento apoteótico em que o palco é tomado por chamas e fogos de artifícios.

Paul McCartney em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt/G1)
Paul McCartney em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt/G1)

E até a carreira solo recente teve seu brilho. O cantor mostrou que ainda tem a potência necessária para substituir os vocais de Rihanna na bela versão de “FourFiveSeconds”, lançada em parceria com a cantora e com Kanye West, além de mandar “Queenie Eye” e “New”.
A sequência com as duas canções do álbum de 2013 mostra bem como o planejamento é feito com a experiência de alguém com décadas de estrada. Quando o público ameaçava perder o interesse pelas músicas novas, Paul emendou “Lady Madonna”. Com sua energia dançante, fez com que todos no estádio voltassem a gritar e pular.
Houve também, é claro, os momentos clássicos. Desde a reboladinha em “And I love her”, às luzes dos celulares do público em “Let it be”, os “na na na na” de “Hey Jude” e a finalização com a mistura de “Golden slumbers”, “Carry that weight” e “The end”.
Tudo isso entrecortado por declarações de amor, provocações e gírias em inglês e no idioma local. “Como está meu português? Bom?”, perguntou Macca, com a inocência de quem não tem feito inúmeros shows no Brasil nos últimos anos.
Tamanha interação com os fãs está longe de ser inesperada. Até a brincadeira com um assistente que impede que o cantor vá embora e “ordena” que ele toque mais uma é repeteco exato do que aconteceu em 2014. Mas Paul tem carisma de sobra para convencer que até as “colas” em português espalhadas pelo palco apenas estão ali por acaso.

Paul McCartney em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt/G1)
Paul McCartney em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt/G1)

Sem a chuva que ameaçou cair durante todo o dia – e que esteve presente em suas duas últimas passagens pela cidade, em 2010 e 2014 – a noite ainda teve homenagens. “My valentine” foi dedicada à atual esposa, Nancy Shevell. “Ela está aqui hoje”, disse. O antigo produtor dos Beatles, George Martin [1926-2016], foi lembrado com “Love me do”.
Até Jimi Hendrix [1942-1970] esteve presente, durante rápida passagem instrumental de “Foxy lady”, momento em que Paul parece querer mostrar que ainda tem as manhas com os instrumentos – como se precisasse. Ele toca baixo, guitarra, ukulele e dois tipos de piano na apresentação.
Mas é George Harrison [1943-2001], antigo colega de banda, quem recebe a mais clássica e bela lembrança em “Something”. Iniciada com o cantor em uma plataforma elevada e com um ukulele em mãos, ela parece perder um pouco de sua força original enquanto dá uma certa continuidade à psicodelia de “Being for the benefit of mr. Kite!”. Impressão que dura até a virada com as guitarras da canção, que a devolve ao lugar de onde nunca deveria ter saído.
Paul McCartney ainda toca em Belo Horizonte (MG), na terça-feira (17), e em Salvador (BA), na sexta-feira (20).

Paul McCartney em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt / G1)
Paul McCartney em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt / G1)

Paul McCartney em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt/G1)
Paul McCartney em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt/G1)







exame.abril.com.br
Mesmo com voz rouca, Paul McCartney faz show espetacular em SP
O músico passou pela capital paulista nesse domingo e levou o público ao delírio com grandes hits dos Beatles e suas composições solo
Por Clara Cerioni
16 out 2017

Paul McCartney em apresentação em São Paulo
Paul McCartney em apresentação em São Paulo (Diego Vara/Reuters)

São Paulo – Paul McCartney fez seu 22º show no Brasil neste domingo, 15. Mas, a julgar pela reação de seu público devoto no Allianz Parque, em São Paulo, poderia muito bem ter sido o primeiro. A escolha da música de abertura, “A Hard Day’s Night”, é a grande novidade no repertório do baixista na turnê, que começou em abril do ano passado. Antes disso, nenhum Beatle a tinha cantado ao vivo desde um show em 1965, na Califórnia.

Em sua segunda apresentação da turnê “One on one” no país (passou sexta-feira por Porto Alegre), Paul – e sua impecável banda – fizeram um espetáculo de quase três horas, com direito a fogos de artifício e muitas interações do músico com o público. Durante o show, Paul fez várias homenagens. Algumas delas foram para os ex-Beatles John Lennon, George Harrison e Ringo Star. Para Lennon, ele cantou “Here Today”, que ele compôs após sua morte e que diz ser sobre “uma conversa que nunca tiveram”.

Para sua atual esposa, Nancy, dedicou “My Valentine”; para sua ex-mulher, Linda, “Maybe i’m Amazed”. Teve também um trecho de “Foxy Lady”, que Paul dedicou ao guitarrista Jimmi Hendrix, e, claro, “Let me Roll It”, da banda Wings (grupo de rock formado em 1971 por Paul, um ano depois dos Beatles se separarem, que permaneceu em atividade até 1981).

A data da apresentação foi marcada também pela comemoração dos 50 anos de lançamento do aclamado disco “Sgt. Pepers Lonely Hearts Club Band”, que o músico brindou com “Being for the Benefit of Mr. Kite!” e “A Day in the Life”.

Nesse show, o ex-Beatle mostrou que veio preparado para a turnê no Brasil: desde o começo falou frases pré-ensaiadas em português, com direito a diversas gírias. Na esperada “Hey Jude”, ele regeu os fãs indicando os “manos” e as “minas” para cantar, enquanto cartazes com o refrão da canção tomavam conta do estádio. O público também fez o céu fechado da noite de domingo se transformar em uma constelação de estrelas ao ligar todas as lanternas dos celulares durante a canção “Let it Be”.

Ao contrário de sua última passagem na capital paulista, em 2014, quando sua apresentação começou com 45 minutos de atraso por conta da chuva, dessa vez, o show que estava marcado para as 21 horas teve início dois minutos depois.

Diversidade

A característica mais marcante dos shows do baixista é a diversidade do público que o acompanha. De crianças a idosos e metaleiros a ouvintes do pop, todos vibram com as canções do hoje considerado um dos maiores artistas ainda vivo.

Os irmãos David e Peter Fausto, 12 e 10 anos, respectivamente, não continham a ansiedade para ouvir um ex-Beatle cantando os grandes hits da banda. Fervorosos com o início do show também estava um grupo de rockeiros de Jundiaí, interior de São Paulo. Norton Santos, de 38 anos, estava ali para assistir o baixista pela 11ª vez. “Nós somos do metal, mas não adianta, Paul McCartney e Beatles não têm explicação, são incomparáveis”.

Vitória Barron, de 19 anos e Grazielle Araújo, de 20 anos, chegaram às 9h da manhã para conseguir um lugar na grade do show. “Passamos o dia inteiro no frio e ansiosas. Somos muito apaixonadas pelos Beatles e pelo Paul”, contaram.

No meio da apresentação, junto com a animação do público, também estava Gilberto e Luiz Fernando Pettit, de 68 anos e 28 anos, respectivamente. Pai e filho assistiam juntos pela primeira vez ao show do Beatle, que os trouxe um sentimento de nostalgia e saudosismo. “Eu conheço Beatles desde 1964 e nunca imaginei que teria a oportunidade de vê-lo aqui”, diz Gilberto.

No fim da apresentação, com direito a cinco músicas de “bis”, Paul McCartney agradeceu a participação do público, que também demonstrou sua gratidão pelo show. Agora, o ex-Beatle parte para mais duas maratonas de apresentações no Brasil: Terça-feira (17) ele vai para Belo Horizonte e, na sexta-feira (20), toca pela primeira vez em Salvador.

Ouça a playlist da turnê “One on one”  do Paul McCartney no Brasil:




domingo, 15 de octubre de 2017

ONE ON ONE IN SAO PAULO, BRAZIL : October 15 2017 - Allianz Parque, São Paulo, SP, Brazil
































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São Paulo 15/10/2017

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Inspirado e de bom humor. Esse foi o resumo do soundcheck em que o Paul ficou 44 minutos no palco. Eu me sinto uma felizarda de testemunhar esse momento. Para quem queria o setlist vai abaixo!

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Paul McCartney at Allianz Parque Oct 15 2017 #PaulMcCartney #OneOnOne













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Eu não comecei a gostar desse cara ontem. São exatos 35 anos que eu pirei com um vinil do Venus and Mars numa tarde de ócio e furei o disco de tanto ouvir. Na sequência rodei sebos para comprar Wings at the Speed of Sound, Ram, Band on the Run, Wild Life, London Town, Back to the Egg e ganhar da amiga Rosana Santiago (lembra-se?) o "lançamento" Tug of War. Pirei. A moda eram os Menudos, mas meu negócio era outro. Amava e amo o Queen, Kiss, Aerosmith, Deep Purple, Duran Duran, Black Sabbath, Yes, Culture Club, Eric Clapton, mas... é o Paul a paixão eterna. Este ano deixei de ir a tantos - U2, Tears for Fear, Guns, Who... perdi a conta. Mas ver o Paul vale cada segundo! O sacrífico emocional e financeiro não foi fácil, mas vê-lo de tão perto e compartilhar desses momentos não tem preço. Daqui um tempinho nem vou me lembrar quanto paguei pelos ingressos. Mas vou me lembrar dos acenos e da mão que ele pôs no coração quando eu mostrei o cartaz "So Glad to See you Here". O importante é que ele viu e entendeu. And in the end, the you take, is equal to the love... you make!

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sábado, 14 de octubre de 2017

A noite de Paul McCartney em Porto Alegre









 Félix Zucco / Agência RBS


jcrs.uol.com.br
A noite de Paul McCartney em Porto Alegre 
Cristiano Vieira 
14/10/2017 

Vigor e empatia de Paul McCartney, aos 75 anos, impressionam
Vigor e empatia de Paul McCartney, aos 75 anos, impressionam MARCOS HERMES/DIVULGAÇÃO/JC 

A espera de sete anos pelo retorno dele valeu a pena. A apresentação de quase três horas de Paul MCartney no estádio Beira-Rio, na noite de sexta-feira (13), emocionou as 50 mil pessoas que compareceram ao local e não arredaram pé mesmo com a chuva que insistia em cair. Quando as luzes se apagaram, às 21h02min, foi com o petardo A hard day’s night que o Beatle subiu ao palco e foi ovacionado pela multidão. A canção entrou para o setlist da turnê deste ano e não era executada ao vivo desde a época de shows dos quatro rapazes de Liverpool. O repertório dos Beatles, como era de esperar, ocupa a maior parte da apresentação – como as clássicas Yesterday; Love me do; Blackbird; Let it be; e Hey, Jude, entre outras. O vigor e a empatia de Macca, aos 75 anos, impressionam. Ele conduz o espetáculo com 35 canções sem desanimar, entremeando clássicas expressões em português – como “Boa noite Porto Alegre” ou “Tribom” – com hits também da carreira-solo. Já no fim, no bis, Paul e sua banda retornam juntos com as bandeiras do Brasil, da Grã-Bretanha e do movimento LGBT. Um momento para celebrar a diversidade, seja ela musical, de crença, de orientação sexual ou de pensamento, em um mundo que assiste, temeroso, ao recrudescimento do conservadorismo e da extrema direta. Acertou quem comprou, antes de entrar no Beira-Rio, as capinhas de chuva vendidas por ambulantes a R$ 10,00 nas ruas (inflação de 100% sobre os R$ 5,00 cobrados no show dos Stones, em 2015, mas ok, vá lá...). Chorando um pouquinho, levava duas por R$ 15,00. Não choveu tão forte, apenas o suficiente para lavar a alma de quem já está com saudades de Paul McCartney. 




gauchazh.clicrbs.com.br
Paul McCartney agrada fãs com sucessos recentes e coleção de clássicos do tempo dos Beatles  
Nem o mau tempo atrapalhou a histórica celebração musical comandada pelo ex-beatle no Beira-Rio, na noite desta sexta-feira
MARCELO PERRONE
13/10/2017

André Ávila / Agência RBS
André Ávila / Agência RBS

"É bom estar de volta", saudou sir Paul McCartney, em bom português, depois de desfiar as três primeiras canções do show desta sexta-feira (13) histórica no Estádio Beira-Rio. O aguaceiro que desabou sobre os Rolling Stones em 2016 repetiu-se antes da segunda apresentação do músico britânico em Porto Alegre, mas deu uma trégua durante a maior parte do espetáculo. Da chegada na Capital, na quarta-feira (11), à noite de sexta, o ex-beatle, de 75 anos, aguardou sob chuvas e trovoadas — sem perder o bom humor — o instante de subir outra vez ao palco do Beira-Rio. Os fãs, por sua vez, também demonstraram resistência e empolgação, apesar do mau tempo e da lentidão das filas de acesso ao estádio. Quando o show começou, às 21h05min, muita gente ainda estava entrando no Beira-Rio. 

Antes de cantar a poderosa I've Gotta a Feeling, famosa por sua versão ao vivo no telhado da gravadora Apple, Paul voltou a falar português para agradecer aos fãs de todas as idades que lotavam o estádio: "Obrigado, gaúchos e gaúchas". (No meio do show, soltou ainda um "tribom", em bom gauchês, para delírio da plateia.) Como introdução para Blackbird, canção composta sob inspiração dos conflitos raciais dos anos 60, Paul contou que a música era sobre direitos humanos e observou: "Nós precisamos disso, certo?". Foi a deixa para que parte do público puxasse um coro de "Fora, Temer" no estádio.  No final do espetáculo, antes do bis, outro momento político: Paul voltou para o palco com as bandeiras da Grã-Bretanha, do Brasil e do movimento LGBT. 

Lauro Alves / Agência RBS
Lauro Alves / Agência RBS

Do tempo pré-Beatles à parceria com Kanye West 
Como já havia mostrado em seu antológico espetáculo de 2010, Sir Paul, calejado nos seus 57 anos de estrada, não é de se mixar diante de percalços que cruzam seu caminho. Na comparação com o show anterior no Beira-Rio, Paul McCartney apresentou, além de mais canções, um repertório bastante generoso, lapidado em clássicos dos Beatles. De standards onipresentes como Something (momento da homenagem a George Harrison), Hey Jude (com direito a "bah" e "trilegal" durante o clássico coro de "na-na-nás") e Let it Be (que iluminou o estádio com a luz dos celulares, em vez dos isqueiros), a faixas que lembraram o cinquentenário do disco Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, como A Day in the Life e Being for the Benefit of Mr. Kite!, até a seminal Love me Do, primeiro hit dos Fab Four, lançado em 5 de outubro de 1962, sim, 55 frescos anos recém-celebrados — Paul a canta nesta One on One Tour pela primeira vez na carreira solo. 

André Ávila / Agência RBS
André Ávila / Agência RBS

Do prolongado acorde que introduz a primeira música do espetáculo, A Hard Day's Night, também inédita no palco para ele sem a parceria de John, George e Ringo, à epifania final do sonho da beatlemania representado por The End, Paul passeou pela ponte entre o passado o futuro da música pop, da qual foi um dos principais e mais criativos construtores. Foi do tempo pré-Beatles, com In Spite of All the Danger ("E agora vamos voltar no tempo", anunciou), faixa que gravou ainda adolescente, em 1958, ao lado de Lennon e Harrison nos Quarrymen, à recente FourFiveSeconds, parceria de 2015 sua com Kanye West, cantada pelo rapper e Rihanna — a versão mais crua e enxuta que mostra ao violão é exemplo do talento do grande compositor que não perde o fio. Paul passeou ainda pelas pérolas que registrou no começo de jornada solo, como a belíssima Maybe I'm Amazed, e joias que registrou com sua banda pós-beatles, os Wings, entre elas Band on the Run e a pirotécnica Live and Let Die, além de Here Today (momento da homenagem a John Lennon).

Félix Zucco / Agência RBS
Félix Zucco / Agência RBS

Nenhum outro artista no mundo sobe ao palco com um histórico desses para compartilhar com fãs de gerações tão diferentes. Paul tem capacidade de, ao mesmo tempo, honrar o glorioso passado e mostrar que seu presente e futuro são de plena atividade criativa. Faz três horas de show passarem num estalar de dedos e ainda deixa a impressão de que faltou muito mais para celebrar.
Parafraseando, em tom otimista, o triste lamento do replicante Roy no final do filme Blade Runner: todos esses momentos diante de Paul McCartney um dia se perderão no tempo, como as lágrimas na chuva. Que ocorram ainda mais encontros com esse artista gigante enquanto estivermos todos vivos. Bom sinal: Paul encerrou o show, às 23h50min, com um “Até a próxima”.












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Paul McCartney deixa Porto Alegre logo após show no Beira-Rio
Ex-Beatle embarcou em voo particular ainda na madrugada deste sábado (14)

14/10/2017 

Lauro Alves / Agência RBS
Paul McCartney emocionou fãs em show repleto de clássicos de sua carreira, no Beira-Rio
Lauro Alves / Agência RBS

O sábado amanheceu tranquilo no bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre. Não havia sinal da movimentação de fãs que, desde quarta-feira (11), mudou a rotina no entorno do hotel em que Paul McCartney estava hospedado. A calmaria só poderia significar uma coisa: Sir Paul McCartney não estava mais entre os gaúchos. De acordo com informações da Infraero, o ex-Beatle deixou a Capital ainda na madrugada deste sábado (14), após o show no Beira-Rio, entre a meia-noite e 3h em um avião particular.

Equipe e banda já haviam feito o check-out do hotel na tarde de sexta-feira (13), o que dava indícios de uma saída estratégica após a apresentação. A próxima parada da turnê "One on One" no Brasil é em São Paulo, neste domingo (15). O show ocorre no estádio Allianz Parque. Paul ainda se apresentará dia 17 no Estádio Mineirão, em Belo Horizonte, e no dia 20 na Arena Fonte Nova, em Salvador – onde toca pela primeira vez.